Impressora não fiscal e hospitais, uma parceria de sucesso

A impressora não fiscal faz parte do sistema de organização de atendimento

Um hospital é o último local a se perder tempo, e a cada dia a impressora não fiscal, aliada a sistemas modernos de gestão de pacientes, tem trazido mais conforto para quem busca a ajuda médica.

“É um momento complicado. Só vamos buscar atendimento, se a dor for muito grande. Desde a chegada, a retirada da senha, em uma impressora não fiscal, as pessoas estão com menos paciência e com os nervos à flor da pele. Imagino que seja muito mais difícil controlar os ânimos. Pelo menos, se todos percebem que se trata de um lugar organizado, que segue as regras com relação a ordem de chegada, ou de maior gravidade, mesmo o mais estressado não tem espaço para reclamar”, comenta o analista de sistemas Reginaldo M. de Godói, morador de Campinas, interior do estado.

impressora não fiscal

“Em muitos locais, mesmo em hospitais públicos, o primeiro atendimento é feito por uma enfermeira que avalia o caso, e inclui seus dados no computador, na qual cria a sua senha, através da impressora não fiscal. Essas situações são as melhores, porque muitas pessoas em pânico já recebem um primeiro olhar especializado que as tranquilizam”, diz a técnica em enfermagem Taís F. Barbosa.

A impressora não fiscal pode se conectar à maioria dos computadores através da porta USB, serial paralela ou ainda através da rede, usando uma placa ethernet. É importante integrá-la ao sistema de cadastro dos pacientes, que ao mesmo tempo deve estar conectado do painel de led, que faz a chamada das senhas.

A impressora não fiscal é capaz de produzir caracteres alfanuméricos em várias línguas e criar pequenas imagens, como logotipos e códigos de barras. Isso cria uma série de possibilidades para os administradores.

“A senha, produzida com a impressora não fiscal, pode tanto se referir a um atendimento inicial, de cadastro, como compor todo o período de tratamento em que o paciente esteja conosco. Esta segunda opção é a mais indicada. Basta atrelar aquela senha ao cadastro do cliente, para evitar que por um atendimento mais rápido em outro guichê, aquela pessoa que chegou antes tenha de esperar mais para entrar no consultório ou receber medicação. É o que chamamos de senha inteligente”, comenta Hugo Kioshiro, analista de suporte de um hospital em São Paulo.

“Normalmente, esta é uma situação em que estamos preocupados, ainda mais se o problema de saúde for com algum dos filhos, por exemplo. E é ideal que o hospital veja novas formas de otimizar seus processos, tudo aquilo que eles investem em administração e logística se reflete em bem estar e conforto para nós pacientes”, diz Caio Pimenta, que levava a filha ao hospital com queixas de dores estomacais. Ela foi medicada rapidamente e liberada com um belo sorriso. E o mais importante, em pouco mais de vinte minutos.